Silencioso, ele aprecia o loca. Contra as normas, estava sem sua vestimenta. A mão apoiada em uma pilastra, e os olhos fitando o horizonte. Um alguém logo a frente o chama a atenção.
Um, dois, três, passos longos, quase saltos.
“ ... Como é bela essa vista não?” – Diz ele amigavelmente para o alguém. Nem ao menos se deu ao trabalho de olhar que era, não por falta de respeito, mas simplesmente queria conversar. Embora vivesse ali perto, não era sempre que via gente nova. Alem de tudo era novo no lugar. Ainda não era realmente a ‘sua’ casa.
“ Adoro vir aqui olhar a paisagem, aqui ou lá em cima, no teto da casa...” – Ele fala novamente. –
“ Sou Hezequiel, prazer! “ – Ele estende a mão e espera o aperto do jovem.